Saúde Sexual

Alternativas ao Viagra: Como escolher a melhor opção para si

Viagra é um dos tratamentos mais conhecidos para a disfunção erétil, mas não é a única opção disponível. Descubra quais são as principais alternativas ao sildenafil e como encontrar a solução mais adequada às suas necessidades.

 Olena Goriacheva, Estrategista de Conteúdo Médico na Apomeds

Autor Olena Goriacheva

Revisto pelo Dr. Andrés Eduardo Maldonado Rincón

Data de publicação:

Última modificação:

Homem a segurar dois comprimidos diferentes, um em cada mão

As alternativas ao Viagra são uma solução importante para homens que não respondem bem à sildenafila, sentem efeitos colaterais, têm contraindicações ou procuram uma opção mais compatível com a sua rotina sexual e estado de saúde. Hoje, existem tratamentos com receita médica, suplementos naturais, dispositivos médicos e mudanças no estilo de vida que podem ajudar na disfunção erétil, mas a escolha mais segura depende sempre de avaliação individual e orientação profissional.

O que são as alternativas ao Viagra e quando considerá-las?

As alternativas ao Viagra englobam todos os tratamentos, farmacológicos ou não, capazes de ajudar homens com disfunção erétil a obter e manter uma ereção satisfatória sem recorrer ao Sildenafil de marca. Estas opções incluem outros inibidores da fosfodiesterase 5 (PDE5) com receita médica, remédios naturais, dispositivos médicos e mudanças no estilo de vida.

A decisão de experimentar qualquer alternativa deve ser tomada com um profissional de saúde, preferencialmente um urologista, após avaliação adequada.

Por que o Viagra pode não ser a melhor opção para si?

O Viagra, cujo princípio ativo é a sildenafila, foi o primeiro inibidor da PDE5 aprovado pela FDA em 1998. Apesar da sua eficácia comprovada, os efeitos colaterais (dor de cabeça, congestão nasal, rubor facial e dor abdominal) são reportados em mais de 1 em cada 10 utilizadores.

O medicamento está contraindicado para qualquer pessoa que esteja a tomar nitratos ou doadores de óxido nítrico, bem como para mulheres e menores de 18 anos. É fundamental que, caso um doente desenvolva dor torácica aguda ou sinais de síndrome coronária aguda após tomar um medicamento para a disfunção erétil, os nitratos orgânicos sejam rigorosamente evitados num intervalo de 24 horas no caso do sildenafil, vardenafil e avanafil, devendo este intervalo de exclusão ser alargado para 48 horas se tiver sido utilizado tadalafil. As equipas médicas de emergência devem ser alertadas imediatamente para evitar um colapso hipotensivo aditivo com risco de vida.

Estas razões levam muitos homens a procurar alternativas mais adaptadas ao seu perfil clínico e estilo de vida.

O que causa a disfunção erétil e por que o tratamento varia?

A disfunção erétil, também designada impotência sexual, define-se como a incapacidade persistente de obter e manter uma ereção suficiente para uma atividade sexual satisfatória. Uma ereção normal depende do relaxamento do músculo liso dos corpos cavernosos, do aumento do fluxo sanguíneo peniano e da restrição do retorno venoso.

De acordo com um estudo europeu de 2012 que abrangeu cinco países — França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido —, 17% dos homens adultos reportaram disfunção erétil nos seis meses anteriores, com um aumento claramente dependente da idade. Dados mais recentes reforçam esta tendência. Afinal, um estudo polaco de 2022 identificou uma prevalência de 61,1% em homens com mais de 18 anos, subindo para 30,1% nos casos moderados a graves [1].

Este valor de referência global elevado reflete a inclusão de dificuldades eréctis ligeiras, transitórias e situacionais; no entanto, quando se isolam as disfunções eréctis clinicamente significativas, de gravidade moderada a grave, a prevalência situa-se nos 30,1%, o que sublinha que a impotência comprovada continua a estar estreitamente correlacionada com o avanço da idade e com comorbidades vasculares [1].

Alternativas ao Viagra com receita médica - outros inibidores PDE5

Profissional de saúde usando um tablet para verificar o estoque de medicamentos em prateleiras de uma farmácia

Quando o Viagra não é tolerado ou não produz o efeito esperado, os outros inibidores da fosfodiesterase 5 são a primeira linha de alternativas. Todos partilham o mesmo mecanismo de ação: a estimulação sexual provoca a libertação de óxido nítrico, que eleva os níveis de GMPc e provoca o relaxamento do músculo liso e o aumento do fluxo sanguíneo para o pénis; os inibidores da PDE5 prolongam este efeito ao impedirem a degradação do GMPc.

Todos os fármacos desta classe apresentam eficácia e perfil de efeitos colaterais semelhantes. A escolha deve, por isso, basear-se nas preferências do doente, incluindo custo, duração de ação desejada e frequência da atividade sexual.

Tadalafil (Cialis)

O tadalafil (Cialis), disponível em dosagens de 5 a 20 mg, destaca-se pela duração de ação de até 36 horas, o que lhe conferiu o epíteto de “comprimido do fim de semana”. Para homens com vida sexual muito ativa, existe ainda uma dose diária de 2,5 a 5 mg. A ingestão de alimentos não interfere com a sua absorção.

No que diz respeito aos efeitos secundários, o tadalafil não parece causar os raros distúrbios visuais associados ao Viagra e ao Levitra. Esta vantagem clínica deve-se à sua elevada seletividade estrutural pela enzima PDE5 em detrimento da enzima PDE6 da retina.

Por outro lado, o tadalafil apresenta uma reatividade cruzada conhecida com a enzima PDE11, que é expressa no músculo esquelético; esta característica farmacológica específica explica por que razão causa exclusivamente dores lombares transitórias e mialgia, em vez de alterações oculares.

Vardenafil (Levitra)

O vardenafil (Levitra), em comprimidos de 2,5 a 20 mg, tem duração de ação de cerca de 6 horas e pode ser particularmente adequado para homens com mais de 50 anos que sofram de hipertensão, colesterol elevado ou diabetes. Existe uma formulação orodispersível que facilita a toma e é menos afetada por alimentos e álcool. O seu perfil de efeitos colaterais é semelhante ao do Viagra.

Avanafil (Spedra)

O avanafil (Spedra) é o inibidor da PDE5 mais recente. A sua principal vantagem é a rapidez de ação (15 a 30 minutos) tornando-o o mais indicado para a atividade sexual espontânea. Os alimentos não interferem com a absorção e o seu perfil de seletividade reduz a probabilidade de alguns efeitos colaterais comparativamente aos outros inibidores.

Sildenafil genérico

O sildenafil genérico contém exatamente o mesmo princípio ativo do Viagra e actua de forma idêntica, mas a um custo geralmente muito inferior. Em Portugal, o Infarmed autorizou a venda de sildenafil 50 mg sem receita médica nas farmácias comunitárias, com limite de uma embalagem de oito comprimidos por dispensa e recomendação de consulta médica em seis meses.

Esta medida visa facilitar o acesso seguro e evitar o recurso ao mercado paralelo, onde as falsificações são frequentes.

Comparação entre as principais alternativas ao Viagra

Medicamento

Princípio ativo

Início de ação 

Duração

Interferência alimentar

Viagra

Sildenafila 

30-60 min

~ 4-6 h

Sim

Cialis

Tadalafila

30-60 min

até 36 h

Não

Levitra

Vardenafila

25-60 min

~ 4-6 h

Moderada

Spedra

Avanafil

15-30 min

~ 4-6 h

Não

Genérico

Sildenafila

30-60 min

~ 4-6 h

Sim

Todos os inibidores da PDE5 são contraindicados em combinação com nitratose não devem ser utilizados por doentes com hipotensão grave ou doença cardíaca não controlada. A prescrição e supervisão médica são sempre necessárias.

Alternativas naturais ao Viagra

Para quem prefere uma abordagem sem medicamentos sujeitos a receita, existem suplementos e remédios naturais com investigação científica variável. Conforme alertam investigadores da Mayo Clinic [2], o facto de um produto ser natural não garante segurança nem eficácia.

A Urology Care Foundation sublinha que os suplementos não estão sujeitos ao mesmo escrutínio que os fármacos aprovados e a dosagem do princípio ativo pode variar significativamente entre produtos [3]. Consulte sempre um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplemento, especialmente se tomar outros medicamentos.

L-Arginina - O que deve saber

A L-arginina é um aminoácido que aumenta a produção de óxido nítrico no organismo, favorecendo a vasodilatação e o fluxo sanguíneo peniano. Uma revisão de 2019 publicada na Sexual Medicine Reviews sugere efeito positivo na disfunção erétil leve a moderada, especialmente quando combinada com Pycnogenol [4].

Um estudo de 2017 observou que muitos homens com disfunção erétil apresentavam níveis baixos deste aminoácido [3]. Os efeitos colaterais possíveis incluem dor de cabeça, diarreia e dor abdominal.

Ginseng vermelho - Como funciona e para que serve

O ginseng vermelho (Panax ginseng) é um dos suplementos naturais mais estudados para a saúde sexual masculina. Os seus ginsenosídeos estimulam o fluxo sanguíneo nos corpos cavernosos através da libertação de óxido nítrico. Uma revisão de 2018 da Cochrane Database demonstrou efeito positivo significativo do Panax ginseng na disfunção erétil, ressalvando a necessidade de mais ensaios clínicos randomizados para validar os resultados [4].

Raiz de Maca - O que dizem os estudos

A maca peruana pode melhorar a libido, mas os seus efeitos sobre a ereção são considerados subtis. Um estudo de 2010 publicado no Asian Journal of Andrology mostrou melhoria na perceção da função sexual mas sem impacto significativo na ereção em si [4]. Não é, portanto, comparável em eficácia aos inibidores da PDE5 aprovados para o tratamento da disfunção erétil.

Yohimbina - riscos e precauções

A yohimbina, originária da árvore africana Pausinystalia johimbe, foi historicamente designada o Viagra natural africano. O National Center for Complementary and Integrative Health (NCCIH) conclui que não há evidência suficiente para o seu uso na disfunção erétil [3].

Em doses excessivas ou em indivíduos com contraindicações, pode causar crises hipertensivas, taquicardia e eventos cardíacos graves. Esta toxicidade cardiovascular grave ocorre porque a ioimbina atua como um potente antagonista alfa-2-adrenérgico central e periférico, desencadeando uma libertação descontrolada de norepinefrina na corrente sanguínea. A sua utilização deve ser sempre discutida com um médico antes de a tomar.

Os remédios naturais são tão eficazes como o Viagra?

Não. Nenhum suplemento natural iguala a eficácia dos inibidores da PDE5. A evidência para os remédios naturais é limitada e proveniente maioritariamente de estudos de pequena dimensão. Podem ser um complemento útil em casos leves ou de apoio ao estilo de vida, mas não substituem a avaliação e o tratamento médico em disfunção moderada a grave.

Dispositivos médicos como alternativa ao Viagra

Para homens que não podem tomar medicamentos orais, por contraindicações, interações medicamentosas ou ausência de resposta aos inibidores da PDE5, existem dispositivos médicos eficazes. São tipicamente considerados de segunda ou terceira linha terapêutica, mas apresentam taxas de satisfação notavelmente elevadas quando bem indicados e utilizados corretamente.

Alprostadil - Quando os comprimidos não são suficientes

O alprostadil é um análogo sintético da prostaglandina E1 e constitui o tratamento de segunda linha mais utilizado na disfunção erétil. Ao ativar mecanismos celulares que aumentam o AMPc, provoca o relaxamento do músculo liso dos corpos cavernosos e aumenta o fluxo sanguíneo, gerando ereção em 5 a 20 minutos sem necessidade de estimulação sexual prévia.

Está disponível em injeção intracavernosa (mais eficaz), supositório uretral e creme tópico. É especialmente indicado em casos de lesão neurológica, prostatectomia radical ou danos vasculares graves em que os comprimidos não são suficientes.

Prótese peniana - A solução cirúrgica para casos graves

A prótese peniana reserva-se para casos refratários a todas as outras terapêuticas. Um estudo realizado no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC) com 25 doentes submetidos a implantação entre 2000 e 2013 revelou que 88% apresentavam disfunção erétil grave. A taxa de reintervenção foi de 20% e 65% dos doentes reportaram satisfação elevada [5].

No entanto, registos multicêntricos internacionais em grande escala publicados pela Associação Europeia de Urologia (EAU) demonstram que as próteses penianas insufláveis modernas (IPP) alcançam, de facto, algumas das taxas de satisfação mais elevadas na cirurgia protética, situando-se consistentemente entre 85 % e 95 %, tanto para os doentes como para os seus parceiros, a par de taxas de falha mecânica a longo prazo significativamente mais baixas.

Existem dois tipos:

  • Prótese insuflável - imita a ereção natural com cilindros e bomba escrotal;
  • Semirrígida ou maleável - mais simples e de menor custo.

A cirurgia não compromete a sensibilidade, a ejaculação nem o orgasmo.

Mudanças no estilo de vida como complemento ao tratamento

Homem a fazer exercícios para o pavimento pélvico

O tratamento da disfunção erétil não se esgota nos medicamentos. A modificação dos hábitos de vida integra a primeira linha terapêutica e pode por si só resolver casos leves.

Exercício regular e saúde cardiovascular

O exercício aeróbico tem forte evidência científica no tratamento não farmacológico da disfunção erétil. Uma revisão sistemática e meta-análise que analisou 478 participantes em sete ensaios clínicos randomizados concluiu que o exercício aeróbico melhora significativamente a função erétil, com diferença média de 3,85 pontos no score IIEF [6].

Um estudo publicado em dezembro de 2023 no Journal of Sexual Health confirmou que 30 a 60 minutos de exercício, três a cinco vezes por semana, produzem melhoria proporcional à gravidade inicial da condição [7].

Alimentação e saúde erétil

A dieta mediterrânica está associada a menor incidência de disfunção erétil. Um estudo que acompanhou quase 22.000 homens entre os 40 e os 75 anos mostrou que os que seguiam este padrão alimentar apresentavam menor prevalência da condição [7].

O consumo regular de alimentos ricos em flavonóides (bagas, cerejas, uvas e citrinos) melhora a flexibilidade arterial e aumenta o fluxo sanguíneo. Reduzir o peso em 5% a 10% demonstrou também melhorar a função erétil [7].

Redução do stress e saúde mental

O stress crónico, a ansiedade e a depressão afetam diretamente a libido e a função erétil. A psicoterapia e a terapia sexual têm demonstrado eficácia quando a causa é predominantemente psicogénica, abordando ansiedade de desempenho, experiências anteriores e dinâmica do casal. Técnicas de gestão do stress, como exercício regular, mindfulness e sono adequado, complementam qualquer tratamento farmacológico.

Álcool e tabaco - O impacto na função erétil

O tabaco provoca vasoconstrição e reduz o fluxo sanguíneo peniano. A prevalência de disfunção erétil nos fumadores assíduos chega a 40%, face a 28% na população geral.

O álcool em excesso reduz o fluxo sanguíneo a curto prazo e, cronicamente, danifica o fígado (essencial na regulação da testosterona) e o sistema neurológico periférico. Reduzir ou eliminar estes hábitos é uma das intervenções com maior impacto na vida sexual masculina.

Como comprar alternativas ao Viagra em segurança?

Em Portugal, a forma mais segura de comprar tadalafil diário , Cialis ou sildenafil é através de farmácias de rua ou plataformas digitais autorizadas pelo Infarmed. No caso do sildenafil 50 mg, a dispensa já pode ser feita sem receita médica, mediante avaliação farmacêutica confidencial.

Quem procura Viagra online deve ter especial cautela, evitando sites que comercializem medicamentos como a tadalafila sem receita ou questionário de saúde, preços anormalmente baixos, fórmulas milagrosas em redes sociais e sites sem morada física ou direção técnica identificável.

O sildenafil é um dos medicamentos mais falsificados no mundo. Produtos adulterados podem conter substâncias perigosas ou doses incorretas. Em dúvida, o farmacêutico é o profissional mais acessível para uma primeira orientação segura.

Perguntas frequentes sobre as alternativas ao Viagra

As dúvidas mais comuns sobre as alternativas ao Viagra giram em torno da eficácia, da segurança e da acessibilidade das diferentes opções disponíveis. As respostas seguintes foram elaboradas com base nas evidências científicas e nas orientações dos profissionais de saúde, mas não substituem uma consulta médica individualizada.

O que pode substituir o Viagra de forma eficaz?

Os substitutos mais eficazes são os outros inibidores da PDE5 com prescrição médica: tadalafila (Cialis), vardenafila (Levitra), avanafil (Spedra) e sildenafil genérico. Para casos em que os comprimidos não resultam, o alprostadil (em injeção, supositório ou creme) é a alternativa de segunda linha recomendada pelos urologistas.

Qual é o melhor medicamento para a ereção em Portugal?

Não existe um único melhor medicamento. A escolha depende do estilo de vida e do estado de saúde de cada homem. O sildenafil genérico tem o maior registo de segurança; a tadalafila destaca-se pela duração de 36 horas; o avanafil é preferido para atividade espontânea. A decisão deve sempre envolver uma avaliação médica individualizada.

Quais são os melhores potenciadores sexuais sem receita?

Suplementos com L-arginina, ginseng e maca peruana podem apoiar a libido em casos leves. Nenhum substitui os medicamentos com prescrição em disfunção erétil moderada a grave. Nesses casos, a consulta médica é indispensável.

Qual é a vitamina que ajuda na função erétil?

A vitamina D é a mais estudada na relação com a função erétil. Uma revisão sistemática de 2025 que analisou mais de 13.000 homens concluiu que homens com deficiência de vitamina D — níveis de 25(OH)D abaixo de 20 ng/mL — apresentam prevalência significativamente maior de disfunção erétil grave, independentemente de fatores cardiovasculares [1].

A vitamina D, na sua forma ativa (calcitriol), promove a síntese de óxido nítrico, fundamental para a ereção (8). Contudo, os ensaios clínicos randomizados apresentam resultados inconsistentes e a suplementação isolada não é recomendada sem avaliação médica prévia.

O que fazer se nenhuma alternativa ao Viagra funcionar?

Em 20% a 30% dos casos, os inibidores da PDE5 não produzem o efeito esperado. O médico pode reajustar a dose, mudar de princípio ativo ou recorrer a tratamentos combinados — por exemplo, inibidores da PDE5 com alprostadil ou com reposição de testosterona em casos de hipogonadismo confirmado.

Se os tratamentos orais e injetáveis falharem, a prótese peniana (com taxas de satisfação de 65%) é uma solução definitiva [5]. Com os recursos terapêuticos disponíveis, é muito raro não existir uma opção eficaz para a disfunção erétil.

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