Saúde Sexual

Dosagem de Sildenafil: Qual é a Dose Certa para Si?

O sildenafil está disponível em diferentes dosagens, e a escolha da dose adequada depende de fatores como a eficácia, a tolerância e o seu estado de saúde. Saiba como encontrar a dosagem de sildenafil mais indicada com o apoio de um profissional de saúde.

 Olena Goriacheva, Estrategista de Conteúdo Médico na Apomeds

Autor Olena Goriacheva

Revisto pelo Dr. Andrés Eduardo Maldonado Rincón

Data de publicação:

Última modificação:

Um homem numa farmácia

A dosagem de Sildenafil mais adequada depende de fatores como a idade, o estado de saúde geral, o historial clínico e a resposta ao tratamento, e não apenas da intensidade da disfunção erétil. As doses disponíveis vão dos 25 mg aos 100 mg, devendo a escolha ser sempre feita com orientação médica, de forma a garantir eficácia e segurança.

O que é o Sildenafil e para que serve?

O Sildenafil é um medicamento vasodilatador indicado para o tratamento da disfunção erétil, também chamada impotência sexual masculina, e da hipertensão arterial pulmonar. Atua ao relaxar os vasos sanguíneos e facilitar o fluxo de sangue mediante estímulo sexual. [3, 4, 5]

Como o Sildenafil ajuda no tratamento da disfunção erétil?

O Sildenafil aumenta o fluxo de sangue para o pénis durante a excitação sexual. Como inibidor da PDE5, bloqueia a enzima que degrada o cGMP, uma substância estimulada pelo óxido nítrico, que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos e permite a entrada de sangue no tecido erétil. Assim, facilita a obtenção e a manutenção de uma ereção adequada para a relação sexual. [1, 3, 4]

No entanto, o medicamento não provoca uma ereção espontânea. Para que o Sildenafil funcione, é necessário haver estímulo ou excitação sexual.

Quais são as outras indicações do Sildenafil?

Além da disfunção erétil, o Sildenafil também pode ser indicado no tratamento da hipertensão pulmonar. Nestes casos, ajuda a relaxar os vasos sanguíneos dos pulmões, reduzindo a pressão pulmonar, melhorando a capacidade para o exercício e diminuindo a sobrecarga do lado direito do coração.

Para esta condição, o Sildenafil pode ser comercializado sob nomes como Revatio, com dosagens, indicação médica e monitorização clínica diferentes das usadas no tratamento da disfunção erétil.

Quais são as dosagens disponíveis de Sildenafila?

O Sildenafil, frequentemente associado ao nome comercial Viagra, está disponível em diferentes dosagens. As concentrações mais comuns são 25 mg, 50 mg e 100 mg. [1, 3, 4]

Sildenafila 25 mg: dose inicial para casos sensíveis

Considerada uma dose mais cautelosa, é geralmente prescrita quando existe uma maior sensibilidade ao medicamento, um risco acrescido de efeitos secundários ou condições clínicas específicas, tais como qualquer grau de insuficiência hepática (por exemplo, cirrose) — não apenas em casos graves — ou insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 mL/min).

Também pode ser recomendada quando doses mais elevadas não são bem toleradas ou quando o médico considera que o tratamento deve ser iniciado de forma mais conservadora.

Sildenafila 50 mg: a dose padrão para a maioria dos homens

Habitualmente, a Sildenafila 50 mg é a dose inicial recomendada para a maioria dos homens adultos com disfunção erétil. Deve ser tomada apenas quando necessário, aproximadamente 1 hora antes da atividade sexual, e não deve ser repetida no mesmo dia.

Em Portugal, apenas a dosagem de 50 mg pode ser dispensada sem receita médica no âmbito da classificação de medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia (MNSRM-EF).

Ainda assim, a dispensa deve ocorrer exclusivamente em farmácia, após avaliação do farmacêutico e aplicação do respetivo protocolo de dispensa. [6]

Sildenafila 100 mg: a dose máxima permitida

Dosagem máxima recomendada por toma em adultos e pode ser considerada quando a de 50 mg em dose única não produz o efeito esperado, desde que o medicamento seja bem tolerado e não existam contraindicações.

Mesmo nestes casos, deve respeitar-se o limite de uma toma por dia, sem repetir a dose ou combinar comprimidos para tentar intensificar o efeito.

Posso ajustar a dose de Sildenafila por conta própria?

Não, pois aumentar ou alterar a quantidade do medicamento eleva o risco de efeitos secundários graves, como descidas bruscas da tensão arterial, tonturas, alterações visuais e priapismo. Além disso, o uso inadequado mascara problemas de saúde mais sérios, incluindo doenças cardiovasculares. 

Como a Sildenafila pode interagir com outros medicamentos, sobretudo os que contêm nitratos, a dose adequada deve ser sempre avaliada por um médico ou profissional de saúde, de acordo com o quadro clínico individual.

Qual a dosagem de Sildenafila indicada para si?

Homem a receber uma receita médica

A dose deve ser definida com orientação de um profissional de saúde, pois a escolha não depende apenas da intensidade da disfunção erétil. Fatores como idade, estado geral de saúde, historial clínico, medicamentos em utilização e resposta ao tratamento também devem ser avaliados antes de iniciar ou ajustar a toma, de forma a reduzir riscos e aumentar a probabilidade de eficácia nas relações sexuais.

Idade e metabolismo

Para homens a partir dos 65 anos, deve ser considerada uma dose inicial de 25 mg, com eventual ajuste posterior conforme a eficácia e a tolerabilidade, sempre com orientação médica. Essa recomendação existe porque, nesta faixa etária, a exposição ao Sildenafil pode ser maior do que em homens mais jovens.

Com níveis mais elevados do medicamento no organismo, também pode aumentar a probabilidade de efeitos secundários, como tonturas, rubor, alterações visuais ou descida da tensão arterial, sobretudo quando o tratamento começa diretamente por doses mais altas. [1]

Estado de saúde e doenças pré-existentes

Antes de iniciar o tratamento, há que ter em conta eventuais condições de saúde que exijam maior cuidado, como:

  • doenças cardíacas graves
  • pressão arterial muito baixa
  • historial recente de enfarte ou AVC
  • insuficiência hepática ou renal grave
  • doenças do sangue
  • alterações na visão
  • risco de priapismo. 

Também a diabetes, as doenças cardiovasculares, as alterações hormonais e quadros de ansiedade ou depressão influenciam tanto a origem da disfunção erétil como a resposta ao Viagra. Nestes casos, o médico pode optar por uma dose mais baixa, ajustar o tratamento ou, se necessário, evitar a Sildenafila.

Interações medicamentosas

Outro aspeto importante é a medicação que está a ser tomada no momento, uma vez que alguns fármacos podem interferir com a Sildenafila ou aumentar o risco de efeitos secundários. É o caso dos nitratos, alfa-bloqueadores, riociguat, medicamentos que afetam o metabolismo da Sildenafila no fígado, sobretudo inibidores da enzima CYP3A4, como:

  • antifúngicos azólicos
  • determinados antibióticos macrólidos 
  • alguns tratamentos para o VIH, incluindo ritonavir e saquinavir.

Algumas destas combinações são contraindicadas, como é o caso dos nitratos e do riociguato, devido ao risco de uma queda acentuada da pressão arterial. Outras podem exigir um ajuste da dose ou um acompanhamento mais rigoroso.

O ritonavir merece uma menção especial: aumenta substancialmente as concentrações plasmáticas de Sildenafil, pelo que a coadministração não é, em geral, aconselhada; quando inevitável, a dose não deve exceder 25 mg num período de 48 horas.

Por conseguinte, é essencial informar sempre o seu médico ou farmacêutico sobre todos os medicamentos que está a tomar, incluindo tanto os medicamentos sujeitos a receita médica como os de venda livre.

Gravidade da disfunção erétil

Um dos vários critérios para determinar e ajustar a dose de Sildenafil, a par da idade, das comorbidades e dos medicamentos concomitantes. O objetivo do médico é sempre encontrar a dose mais baixa que produza o efeito desejado, reduzindo assim o risco de efeitos secundários.

Em casos de disfunção erétil ligeira a moderada, costuma recomendar-se a dose inicial habitual, podendo o médico optar pela mais baixa logo de início caso o paciente tenha mais de 65 anos ou esteja a tomar outros medicamentos.

Já nos casos de disfunção erétil grave, em que o fluxo sanguíneo está muito limitado ou a ereção raramente é alcançada, o médico pode optar por iniciar o tratamento com uma dose mais elevada. Ou, ainda, aumentá-la de forma gradual, caso a dosagem inicial não se mostre suficiente após algumas tentativas. [2]

Como tomar a Sildenafila corretamente?

O Viagra ou Sildenafil genérico deve ser tomado por via oral cerca de uma hora antes da relação sexual, com ou sem comida, embora refeições gordurosas possam atrasar o efeito. O medicamento só atua havendo estimulação sexual.

Não se deve repetir a toma antes de passarem 24 horas, respeitando sempre a dose indicada pelo médico.

Quando tomar o comprimido?

Cerca de uma hora antes da atividade sexual, embora o efeito possa surgir mais cedo ou demorar mais tempo a fazer-se sentir, dependendo da pessoa e da existência de uma refeição recente.

Os comprimidos revestidos engolem-se com água, com ou sem alimentos, enquanto os comprimidos orodispersíveis devem ser colocados na língua e deixados dissolver, seguindo sempre as indicações do folheto informativo.

Convém recordar que o medicamento não provoca uma ereção espontânea. Ou seja, só atua na presença de estimulação sexual. Sem excitação, o efeito pode não surgir, mesmo que a dose esteja correta e o horário tenha sido respeitado.

Alimentação e álcool: o que deve evitar?

Nenhum dos dois altera a dose recomendada, mas ambos influenciam a forma como a Sildenafila atua. Refeições muito ricas em gordura podem atrasar significativamente a absorção do medicamento, levando o efeito a demorar mais a manifestar-se. Portanto, é aconselhável tomar o comprimido com o estômago vazio ou algumas horas após uma refeição pesada.

O consumo excessivo de álcool também não é recomendado, uma vez que aumenta o risco de tonturas, rubor, descida da tensão arterial e desmaios, além de poder dificultar a resposta erétil.

Assim, para favorecer a eficácia do tratamento, deve evitar-se o álcool em excesso e as refeições muito gordurosas nas horas que antecedem a toma.

Com que frequência pode tomar Sildenafila?

A regra geral é uma toma por dia, devendo respeitar-se um intervalo mínimo de 24 horas entre administrações, mesmo que o efeito da toma anterior tenha sido fraco ou tardio.

Apesar de o efeito clínico durar tipicamente entre 4 e 6 horas, a Sildenafila permanece ativa no organismo durante mais tempo. Tomar uma nova dose demasiado cedo aumenta o risco de efeitos secundários.

Não se deve, em caso algum, combinar comprimidos para atingir uma dose superior à indicada, por exemplo dois comprimidos de 50 mg para alcançar 100 mg sem orientação médica. A dose máxima por toma em adultos é de 100 mg, mas esta regra não dispensa o limite de uma toma diária.

Em homens idosos ou com insuficiência renal ou hepática, ou que tomem medicamentos que interfiram com o metabolismo da Sildenafila, o intervalo entre tomas e a dose inicial devem ser sempre avaliados por um profissional de saúde.

O que fazer se a dose não funcionar?

O mais importante é não aumentar a dose por iniciativa própria. Antes disso, deve avaliar-se se existiram fatores que possam ter influenciado o resultado, como:

  • ausência de estimulação sexual
  • ansiedade
  • cansaço
  • consumo de álcool
  • refeição pesada
  • intervalo insuficiente entre a toma e a atividade sexual (o medicamento costuma precisar de cerca de 30 a 60 minutos para atingir o pico de ação).

Caso a falta de eficácia persista em utilizações seguintes, é importante falar com um médico ou farmacêutico, que poderá rever a dose, avaliar medicamentos em uso, investigar causas para a disfunção erétil ou considerar alternativas terapêuticas.

Vale ainda referir que, em alguns casos, é necessário recorrer ao medicamento em várias ocasiões distintas antes de se notar o efeito pretendido, pelo que a ausência de resultados numa só toma não significa necessariamente que o tratamento não esteja a funcionar. [1, 2]

Efeitos secundários relacionados com a dosagem de Sildenafil

Um conjunto de comprimidos diferentes sobre uma mesa

Os efeitos colaterais do Sildenafil variam conforme a dose, a sensibilidade individual, o estado de saúde e os medicamentos em utilização, sendo geralmente ligeiros a moderados. Embora sejam habitualmente transitórios, devem ser acompanhados caso se tornem intensos, persistentes ou recorrentes.

Efeitos secundários mais comuns

A dor de cabeça é o efeito secundário mais frequente do Viagra, sendo a maioria dos sintomas ligeiros e passageiros, surgindo sobretudo nas primeiras tomas ou quando a dose não é a mais adequada. Os efeitos colaterais mais comuns também incluem:

  • Rubor facial
  • Congestão nasal
  • Indigestão
  • Tonturas
  • Alterações visuais ligeiras (visão turva ou perceção de cores)
  • Náuseas
  • Afrontamentos
  • Ondas de calor

Riscos de uma dosagem demasiado elevada

Tomar mais Sildenafil do que a dose recomendada não melhora a eficácia nem prolonga a ereção, apenas aumenta significativamente o risco de efeitos secundários graves. Em caso de sobredosagem, há riscos de:

  • Queda acentuada da tensão arterial, podendo causar desmaios e, em casos extremos, choque cardiovascular
  • Priapismo, ou seja, uma ereção dolorosa e prolongada (mais de 4 horas), que tende a causar danos permanentes nos tecidos se não houver assistência médica
  • Alterações visuais severas, como visão turva, sensibilidade à luz ou dificuldade temporária em distinguir cores
  • Complicações cardíacas graves, sobretudo em pessoas com problemas cardíacos pré-existentes ou em combinação com nitratos, associação que é estritamente proibida

Quando procurar ajuda médica imediata?

É necessário procurar ajuda médica urgente se, após tomar Sildenafil (Viagra ou genéricos), surgirem sinais como:

  • Sintomas cardíacos: dor, aperto ou pressão no peito, falta de ar ou sensação de desmaio durante ou após a atividade sexual
  • Priapismo: ereção dolorosa ou com duração superior a 4 horas, que pode causar danos permanentes se não for tratada
  • Alterações sensoriais: perda súbita ou diminuição repentina da visão ou da audição
  • Reações alérgicas graves: inchaço no rosto, lábios, língua ou garganta, dificuldade em respirar, pieira ou mal-estar intenso

Estes sinais costumam indicar reações graves e requerem avaliação médica imediata.

O que fazer em caso de sobredosagem de Sildenafil?

Deve procurar assistência médica de emergência imediatamente ou contactar o centro de controlo de intoxicações, mesmo que não haja sintomas graves nesse momento. Não existe um antídoto específico e o tratamento é essencialmente de suporte.

A pessoa não deve tomar mais comprimidos nem induzir o vómito. É importante indicar a dose ingerida, a hora e se houve consumo de álcool ou outros medicamentos — especialmente nitratos —, dado o risco associado de uma queda grave da pressão arterial, potencialmente fatal.

Além disso, esteja atento a sinais de alerta, tais como dor no peito, desmaios, falta de ar, alterações súbitas na visão ou uma ereção dolorosa com duração superior a 4 horas. (Se tiverem sido consumidos nitratos, este risco aumenta ainda mais, devendo os serviços de emergência ser especificamente informados deste facto.)

Se tiverem sido consumidos nitratos, a situação é ainda mais perigosa, devido ao risco de uma queda acentuada da pressão arterial.

Dosagem de Sildenafil comparada com outros medicamentos para a ereção

Além do Sildenafil, existem outros inibidores da PDE5, como o Tadalafil, a Vardenafil e o avanafil, que diferem principalmente na duração de ação e no tempo até ao início do efeito. A escolha entre estas opções deve ser feita com um profissional de saúde, tendo em conta o objetivo clínico e o perfil individual.

Sildenafil vs. Tadalafil: diferenças na dosagem

A diferença mais relevante entre o Sildenafil e a Tadalafila não está apenas no valor da dose em miligramas, mas sobretudo no padrão de utilização. O Sildenafil é tomado de forma pontual, antes da atividade sexual, enquanto a Tadalafila permite mais flexibilidade, podendo ser usada da mesma forma ou em regime diário, nas doses mais baixas.

Em termos de dosagem e efeito:

  • Sildenafil: dose única de 25 mg, 50 mg ou 100 mg, tomada entre 30 a 60 minutos antes da relação sexual, com efeito a durar cerca de 4 a 6 horas
  • Tadalafila: doses de 2,5 mg, 5 mg, 10 mg e 20 mg, com início de ação semelhante (cerca de 30 a 45 minutos), mas com efeito que pode prolongar-se até 36 horas
  • Regime diário da Tadalafila: as doses mais baixas (2,5–5 mg) podem ser tomadas todos os dias, em situações específicas e sempre sob orientação médica
  • Interação alimentar: a Tadalafila é menos influenciada por refeições ricas em gordura do que outros fármacos da mesma classe

Perguntas frequentes sobre a dosagem de Sildenafil

Veja a seguir as respostas às perguntas mais frequentes sobre as doses disponíveis e a forma correta de utilização.

Qual a dosagem de Sildenafil recomendada?

A dose mais comum é 50 mg, tomada cerca de uma hora antes da relação sexual, podendo variar entre 25 mg e 100 mg conforme a sensibilidade, a idade e a resposta ao tratamento. A escolha deve ser feita com orientação médica.

Para que serve o sildenafil 100 mg?

É a dose máxima permitida por toma em adultos, indicada quando 50 mg não produz o efeito desejado, desde que bem tolerada e sem contraindicações. Mantém-se o limite de uma toma diária, sem combinar comprimidos.

Qual o melhor comprimido para a disfunção erétil?

Não existe um comprimido universalmente melhor para melhorar o desempenho sexual. Sildenafil, Tadalafila, Vardenafila e avanafil têm eficácia semelhante, mas diferem na duração e no início de ação. A escolha depende do perfil clínico e deve ser feita com um médico.

O citrato de Sildenafila é igual ao Viagra?

Sim. O citrato de sildenafila é o princípio ativo, enquanto Viagra é o nome comercial original. Existem também versões genéricas com o mesmo princípio ativo, eficácia e segurança equivalentes, normalmente a preços mais baixos.

Posso tomar Sildenafil sem receita médica em Portugal?

Em Portugal, a dose de 50 mg pode ser dispensada sem receita, mas apenas em farmácia e após avaliação do farmacêutico. Outras dosagens exigem sempre prescrição médica e acompanhamento de um profissional de saúde.

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