O que é o Sildenafil?
Também conhecido como citrato de sildenafil, é um dos tratamentos mais utilizados para a disfunção erétil em homens adultos, e também da hipertensão arterial pulmonar. Pertence aos inibidores da PDE5 e facilita a ereção mediante estimulação sexual.
Atua sobre o fluxo sanguíneo no pénis e ajuda a obter e manter uma ereção quando existe estimulação sexual, mas não aumenta o desejo nem funciona de forma automática.
Apesar de ser um medicamento conhecido, exige cuidados: dose, contraindicações, interações, utilização e forma de compra fazem diferença na segurança do tratamento. Nesta página, reunimos informações sobre como atua, quanto tempo demora a fazer efeito, o que dizem os estudos clínicos, efeitos secundários e o que deve saber antes de comprar sildenafil em Portugal.
Como atua o sildenafil no organismo?
O sildenafil atua ao bloquear a PDE5, enzima envolvida na degradação do GMPc no tecido erétil. Com a estimulação sexual, este mecanismo favorece o relaxamento dos corpos cavernosos e a entrada de sangue no pénis, facilitando a ereção.
Mecanismo de ação (inibição da PDE5)
Durante a estimulação sexual, o organismo liberta óxido nítrico nos corpos cavernosos, que são estruturas do tecido erétil do pénis. Esta substância ativa a produção de GMPc, uma molécula que ajuda a relaxar o músculo liso e a dilatar os vasos sanguíneos da região.
É este relaxamento que permite a entrada de mais sangue no pénis, dando origem à ereção. No entanto, a PDE5 degrada o GMPc e faz com que esse efeito diminua. Ao bloquear a ação desta enzima, o sildenafil ajuda a manter níveis mais elevados de GMPc durante mais tempo.
Isto favorece a vasodilatação e prolonga o relaxamento dos corpos cavernosos, facilitando a obtenção e manutenção da ereção. Ainda assim, o medicamento não cria desejo sexual por si só: apenas potencia uma resposta natural do organismo quando existe excitação.
Por ter ação vasodilatadora, o sildenafil também pode ser usado na hipertensão arterial pulmonar, sempre com indicação médica. Na disfunção erétil, não trata todas as causas possíveis, mas melhora a resposta física associada ao fluxo sanguíneo.
Qual o tempo de início e duração do efeito do sildenafil?
De modo geral, o sildenafil começa a fazer efeito entre 30 e 60 minutos após a toma, embora a resposta varie de pessoa para pessoa. A duração habitual situa-se entre 4 e 6 horas. No entanto, um estudo publicado no British Journal of Clinical Pharmacology [1] refere casos de homens que relataram efeitos mais prolongados, entre 8 e 12 horas.
Sildenafil é eficaz? O que dizem os estudos clínicos?
Sim. Estudos clínicos indicam que o sildenafil é eficaz no tratamento da disfunção erétil em homens adultos, ao melhorar a capacidade de obter e manter uma ereção em resposta à estimulação sexual. Em estudos de dose fixa, a melhoria foi relatada por 62% a 82% dos doentes tratados, em comparação com 25% no grupo placebo.
Uma revisão sistemática publicada no Brazilian Journal of Health Review [2] recorda que o citrato de sildenafil foi a primeira terapêutica oral aprovada para a disfunção erétil, em 1998. Segundo os autores, os inibidores da PDE5 melhoram a ereção em 70% a 85% dos casos.
A revisão também cita estudos anteriores que relataram resposta em cerca de 14 minutos em 35% dos doentes tratados com sildenafil, além de uma semivida aproximada de 4 horas.
A avaliação da Agência Europeia de Medicamentos [3] reúne dados de estudos clínicos com sildenafil em doentes com disfunção erétil e apresenta resultados sobre eficácia, tempo de ação e resposta em diferentes perfis clínicos.
- Início de ação: o sildenafil apresentou um tempo médio de início de ação de 25 minutos em doentes em jejum que atingiram rigidez suficiente para relações sexuais. O intervalo observado foi de 12 a 37 minutos.
- Duração do efeito: num estudo separado com RigiScan, o sildenafil ainda foi capaz de produzir ereção em resposta à estimulação sexual 4 a 5 horas após a toma.
- Eficácia versus placebo: em estudos de dose fixa, a melhoria da ereção foi referida por 62% dos doentes tratados com 25 mg, 74% com 50 mg e 82% com 100 mg. No grupo placebo, essa proporção foi de 25%.
Foram observadas melhorias em vários grupos, incluindo doentes idosos, com diabetes, hipertensão, doença cardíaca isquémica, lesão da medula espinal, depressão, ressecção transuretral da próstata e prostatectomia radical.
Sildenafil 25 mg, 50 mg ou 100 mg: qual a dose certa?
A dose certa de sildenafil depende da resposta ao tratamento, da tolerância ao medicamento e do estado de saúde do utente. Em adultos, a dose recomendada é de 50 mg, tomada quando necessário, cerca de uma hora antes da atividade sexual. As quantidades podem ser ajustadas para 25 mg ou 100 mg, mas a toma não deve exceder uma vez por dia.
A dose de 25 mg tende a ser usada de forma mais cautelosa, por exemplo em pessoas com:
- maior risco de efeitos indesejáveis
- maior sensibilidade ao medicamento
- problemas hepáticos
- insuficiência renal grave
Já a dose de 100 mg é a máxima recomendada por toma e só deve ser considerada quando a dosagem de 50 mg não é suficiente e é bem tolerada.
Em Portugal, o sildenafil 50 mg para administração oral na disfunção erétil em homens adultos está incluído na Base de Dados do infomed (Infarmed) entre os Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica (MNSRM) [4].
Isto não significa venda livre sem avaliação, pois a dispensa depende da intervenção do farmacêutico e da aplicação do respetivo protocolo.
Como tomar e quando usar o sildenafil genérico?
O sildenafil genérico, alternativa mais barata ao Viagra, deve ser tomado conforme a dose indicada pelo médico ou farmacêutico. O comprimido deve ser engolido inteiro, com um copo de água, quando necessário antes da atividade sexual [5]
A toma com alimentos, sobretudo refeições pesadas ou ricas em gordura, pode atrasar o início do efeito. O objetivo é facilitar uma ereção adequada à atividade sexual quando existe estimulação, não provocar uma resposta automática.
Alguns cuidados ajudam a usar o medicamento genérico com mais segurança:
- respeitar sempre a dose recomendada
- evitar repetir a toma no mesmo dia
- não exceder a quantidade indicada
Evite consumo excessivo de álcool e confirme com o farmacêutico se deve evitar toranja ou sumo da fruta durante o tratamento
Quem não deve tomar Sildenafil?
O sildenafil não deve ser tomado por pessoas com contraindicações ao medicamento, sobretudo quando há risco cardiovascular, uso de nitratos ou situações em que a atividade sexual esteja desaconselhada. Também não é indicado para mulheres, menores de 18 anos ou pessoas com alergia ao sildenafil ou a qualquer excipiente da fórmula.
Antes da utilização, consulte o médico ou farmacêutico, especialmente se tiver doenças cardiovasculares, alterações da pressão arterial, problemas hepáticos ou renais, antecedentes recentes de enfarte ou AVC, alterações visuais graves ou se estiver a tomar outros medicamentos.
Condições de saúde em que não deve tomar Sildenafil
O sildenafil está contraindicado em pessoas com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer componente do medicamento. Também não deve ser usado por homens para quem a relação sexual esteja desaconselhada, como em casos de angina instável, insuficiência cardíaca grave ou outras doenças cardiovasculares relevantes.
Também deve ser evitado em situações como hipotensão grave, ou seja, pressão arterial inferior a 90/50 mmHg, além de:
- enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral recentes
- insuficiência hepática grave
- perda de visão num olho por neuropatia ótica isquémica anterior não arterítica [6]
Pessoas com doenças hereditárias degenerativas da retina, como retinite pigmentosa, também não devem utilizar o medicamento sem indicação especializada.
Há ainda situações que exigem avaliação médica antes do uso, mesmo quando não são contraindicações absolutas para todos os casos. É o caso de:
- deformações anatómicas do pénis
- predisposição ao priapismo, como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia
- distúrbios hemorrágicos
- úlcera péptica ativa
- insuficiência renal grave
- problemas hepáticos ligeiros a moderados
Nestes casos, o sildenafil pode não ser adequado ou pode exigir uma dose mais baixa e maior vigilância.
Interações do sildenafil com outros medicamentos
A interação mais importante do sildenafil é com medicamentos à base de nitratos, usados em algumas doenças cardíacas, e com dadores de óxido nítrico, como o nitrito de amilo [5]. Esta combinação é contraindicada porque pode provocar uma descida acentuada e perigosa da pressão arterial.
O sildenafil também não deve ser combinado com riociguat, usado em algumas formas de hipertensão pulmonar, devido ao risco de hipotensão sintomática. Além disso, deve haver especial cuidado com medicamentos que aumentam os níveis de sildenafil no organismo, como ritonavir, cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, nefazodona, saquinavir e alguns tratamentos para VIH ou infeções fúngicas.
Alguns medicamentos podem reduzir o efeito do sildenafil, como rifampicina, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e erva de São João. Já bloqueadores alfa, como a doxazosina, e alguns anti-hipertensores, como a amlodipina, podem aumentar o risco de tonturas, queda da pressão arterial ou hipotensão postural, sobretudo ao levantar-se.
Também se recomenda evitar toranja ou sumo de toranja, pois podem aumentar moderadamente os níveis de sildenafil no sangue. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas deve ser evitado, porque pode dificultar a ereção, aumentar tonturas e favorecer descidas da pressão arterial. O sildenafil não deve ser combinado com outros medicamentos para a disfunção erétil ou inibidores da PDE5 sem orientação médica.
Efeitos secundários do Sildenafil
O sildenafil pode causar efeitos secundários, embora nem todas as pessoas os sintam. Na maioria dos casos, os sintomas são ligeiros a moderados e de curta duração, sobretudo quando o medicamento é utilizado na dose correta e de acordo com a posologia indicada.
Ainda assim, alguns sinais exigem atenção médica imediata, especialmente quando envolvem dor no peito, alterações súbitas da visão ou da audição, reação alérgica, desmaio, convulsões ou uma ereção prolongada e dolorosa.
Efeitos secundários frequentes
O efeito secundário mais frequente do sildenafil é a dor de cabeça. Também podem surgir rubor facial, sensação de calor na parte superior do corpo, congestão nasal, tonturas, náuseas, indigestão e desconforto gástrico.
Alguns homens podem notar alterações visuais transitórias, como visão turva, maior sensibilidade à luz ou perceção de traços coloridos. Estes efeitos costumam ser passageiros, mas devem ser valorizados se forem intensos, persistentes ou se surgirem de forma súbita.
Outros efeitos menos frequentes incluem vómitos, boca seca, erupção cutânea, irritação ou vermelhidão nos olhos, dor ocular, palpitações, batimentos cardíacos rápidos, sonolência, dor muscular, vertigens, zumbidos nos ouvidos, corrimento nasal e hemorragia nasal.
Também podem ocorrer dor abdominal alta, refluxo, sensação de cansaço e dor nos braços ou nas pernas.
Efeitos secundários raros e graves
Embora sejam raros, alguns efeitos secundários do sildenafil podem indicar um problema grave e exigem assistência médica imediata. É o caso de dor no peito durante ou após a relação sexual, falta de ar intensa, desmaio, fraqueza marcada, perda súbita da visão ou diminuição/perda súbita da audição.
Também deve procurar ajuda médica urgente se tiver uma ereção dolorosa ou que dure mais de 4 horas, pois pode tratar-se de priapismo. Sem tratamento, esta condição pode causar lesões permanentes no tecido do pénis.
Reações alérgicas também exigem atenção imediata. Os sinais podem incluir pieira súbita, dificuldade em respirar, tonturas ou inchaço das pálpebras, rosto, lábios ou garganta.
Reações cutâneas graves, com bolhas, descamação da pele, lesões na boca, nos genitais ou à volta dos olhos, bem como febre, também devem ser avaliadas com urgência.
Foram ainda notificados casos raros de tensão arterial muito baixa ou elevada, desmaio, AVC, enfarte do miocárdio, batimento cardíaco irregular, convulsões e, na experiência pós-comercialização, angina instável e morte súbita.
A maioria destes casos ocorreu em homens que já tinham problemas cardíacos antes de tomar sildenafil, não sendo sempre possível confirmar uma relação direta com o medicamento. [5, 6]
Como reduzir os efeitos secundários do Sildenafil?
Para reduzir o risco de efeitos secundários, respeite a dose indicada pelo médico ou farmacêutico, não repita a toma no mesmo dia e não combine sildenafil com outros medicamentos para a disfunção erétil sem orientação profissional.
Antes da utilização, informe o médico ou farmacêutico sobre doenças pré-existentes e todos os medicamentos que toma, sobretudo se forem tratamentos cardiovasculares, anti-hipertensores, antifúngicos, antibióticos, antiepiléticos, medicamentos para VIH ou produtos à base de plantas, como a erva de São João.
Evite também álcool em excesso e esteja atento a sinais diferentes do habitual após a toma. Se houver persistência de sintomas, reações intensas ou agravamento do desconforto, pare de tomar o medicamento e consulte o seu médico ou farmacêutico.
Sildenafil vs Viagra: qual a diferença?
Não há diferença em termos de princípio ativo, pois ambos contêm sildenafil. A principal diferença está na marca, no preço, no fabricante, na embalagem e no aspeto do comprimido. Quando aprovado e usado na mesma dose, o genérico deve ter eficácia e segurança equivalentes às do medicamento original.
O Viagra é o medicamento de marca originalmente desenvolvido pela Pfizer. Já o sildenafil genérico é comercializado por outros laboratórios, após demonstrar bioequivalência com o medicamento de referência. Isto significa que deve libertar a mesma substância ativa no organismo em níveis semelhantes, quando usado na mesma dosagem e forma farmacêutica.
O mecanismo de ação é o mesmo: tanto o Viagra como o sildenafil genérico pertencem aos inibidores da PDE5 e dependem de estímulo sexual para facilitar a ereção. Nenhum dos dois aumenta o desejo sexual nem provoca uma ereção automática.
As dosagens habituais também são semelhantes, com apresentações de 25 mg, sildenafil 50 mg e 100 mg. O que pode variar é o aspeto exterior e a composição dos excipientes. O Viagra é conhecido pelo comprimido azul em forma de losango e o seu folheto refere dióxido de titânio no revestimento. Os genéricos podem ter cores, formatos, marcações e embalagens diferentes, consoante o fabricante.
Em relação aos efeitos secundários, o perfil tende a ser semelhante, porque a substância ativa é a mesma. Logo, as reações dependem sobretudo da dose, das condições de saúde do utente e de possíveis interações medicamentosas, e não apenas de ser medicamento de marca ou genérico.
Quando a comparação é entre sildenafil e outros medicamentos para a disfunção erétil, como tadalafil ou vardenafil, a diferença já não está apenas na marca. Todos pertencem ao grupo dos inibidores da PDE5, mas variam no início de ação, duração do efeito, posologia e tolerabilidade.
- Sildenafil: costuma começar a atuar entre 30 e 60 minutos após a toma e manter efeito durante cerca de 4 horas.
- Tadalafil: conhecido pela marca Cialis, tem um início de ação semelhante, mas pode manter o efeito até cerca de 36 horas, o que permite maior espontaneidade. Em alguns casos, também pode ser usado em dose diária baixa, como 5 mg, quando clinicamente indicado.
De forma geral, estudos comparativos apontam para uma eficácia global semelhante. A escolha costuma depender do tempo de ação pretendido, da duração do efeito, da frequência de uso, do perfil de efeitos secundários, das contraindicações e da orientação do médico ou farmacêutico.
É legal comprar Sildenafil online em Portugal?
Sim, desde que a compra cumpra a legislação em vigor e seja através de farmácias ou plataformas autorizadas para venda de medicamentos. No caso do sildenafil 50 mg, a dispensa pode ser feita sem receita médica em determinadas condições, mas continua a exigir avaliação farmacêutica e não equivale a venda livre sem controlo.
Em Portugal, o sildenafil 50 mg está enquadrado como medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia para o tratamento da disfunção erétil em homens adultos. Isto significa que o farmacêutico deve avaliar se o medicamento é adequado, verificando idade, sintomas, doenças cardiovasculares, pressão arterial, uso de outros medicamentos e possíveis contraindicações.
Na compra online, a regra principal é confirmar se o website pertence a uma entidade autorizada. O INFARMED indica que os sites legais de venda de medicamentos devem apresentar o logótipo comum europeu, com ligação para a lista oficial das farmácias ou locais autorizados. Esta verificação ajuda a distinguir plataformas licenciadas de sites falsos ou não regulados.
Comprar sildenafil em redes sociais, marketplaces, sites estrangeiros sem identificação clara ou páginas que prometem “Viagra sem receita” sem qualquer avaliação pode ser perigoso. Medicamentos obtidos fora dos circuitos autorizados devem ser tratados como suspeitos, porque não há garantia de qualidade, segurança ou eficácia.
Preço do Sildenafil em Portugal
O preço do sildenafil em Portugal varia conforme a dosagem, a marca, o laboratório, a farmácia, o número de comprimidos por embalagem, o canal de compra, o IVA aplicável e eventuais custos de entrega.
Na Apomeds, o Viagra original tem preços desde 7,14 € por comprimido em 25 mg, 7,56 € em 50 mg e 7,01 € em 100 mg.
Já o sildenafil genérico tem valores inferiores: desde 1,19 € por comprimido em 25 mg, 1,26 € em 50 mg e 0,70 € em 100 mg.
A diferença de preço explica-se sobretudo pela marca, pelo laboratório e pela dimensão da embalagem. O Viagra é o medicamento original, enquanto os genéricos costumam apresentar valores mais baixos por comprimido.
O preço por comprimido também tende a ser mais baixo em embalagens maiores. Ainda assim, a escolha não deve ser feita apenas pelo valor: é importante considerar a dose adequada, a frequência de uso, possíveis contraindicações e a orientação do médico ou farmacêutico.

-
- Eardley, I., Ellis, P., Boolell, M., & Wulff, M. (2002). Onset and duration of action of sildenafil for the treatment of erectile dysfunction. British Journal of Clinical Pharmacology, 53(Suppl. 1), 61S–65S. https://doi.org/10.1046/j.0306-5251.2001.00034.x
- Lima, E. G., Santos, M. P. O. dos, Assis, R. C. de, & Orquiz, T. H. (2021). Estudo comparativo de eficácia e segurança da sildenafila e tadafila no tratamento da disfunção erétil: Revisão sistemática / Comparative study of effectiveness and safety of sildenafila and tadafila in the treatment of erertile disfunction: Systematic review. Brazilian Journal of Health Review, 4(6), 26269–26282. https://doi.org/10.34119/bjhrv4n6-211
- Agência Europeia de Medicamentos. (s.d.). VIAGRA: EPAR — Informação do medicamento. https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/viagra-epar-product-information_pt.pdf
- INFARMED — Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I. P. (s.d.). Lista de DCI identificadas pelo Infarmed como MNSRM/MNSRM-EF e protocolos de dispensa (se aplicável). https://www.infarmed.pt/web/infarmed/entidades/medicamentos-uso-humano/autorizacao-de-introducao-no-mercado/alteracoes_transferencia_titular_aim/lista_dci
- Agência Europeia de Medicamentos. (s.d.). Sildenafil Actavis: EPAR — Informação do medicamento. https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/sildenafil-actavis-epar-product-information_pt.pdf
- Índice.eu. (s.d.). Sildenafil Generis: Saber mais. Recuperado em 6 de julho de 2026, de https://www.indice.eu/pt/medicamentos/medicamentos/sildenafil-generis/saber-mais